O Guarda Chuva
- Stanley Netto
- 11 de ago.
- 2 min de leitura
Não! Eu não virei um artista "de samba".
Minha mulher me disse uma vez algo sobre a qual ela tem total razão: O óbvio, precisa ser dito. Então, vamos lá....
"Na tomada" é mais do que um projeto musical. É um conceito "guarda chuva".
Já há algum tempo eu estava em busca de uma formatação que transmitisse a forma como eu gosto de tocar e quem me conhece, sabe que eu adoro música eletrônica e experimentação.
Entretanto, quem, como eu, é um operário de música, precisa conseguir se adaptar à qualquer ambiente para conseguir trabalhar e esse tipo de ajuste muitas vezes, acaba descaracterizando a linguagem com a qual você se identifica ou gosta de tocar.
Como eu trabalho (e muito) com o universo corporativo, acaba que muitas vezes eu preciso ajustar o meu repertório às necessidades do evento e isso inevitavelmente, acaba por descaracterizar a linguagem da minha execução musical.
Ao criar um "conceito guarda chuva", eu consigo adaptar o meu repertório à qualquer tipo de evento (ou show) sem descaracterizar a minha linguagem ou "ferir" a minha verdade.
Então acredite... Vocês ainda vão me ver fazendo vários projetos com essa linguagem (eletrônica e (semi) instrumental) aonde os sopros exercem um papel de destaque mas não principal em cada canção promovendo um dueto (as vezes virtual e as vezes não) com os vocais e promovendo um dialogo sutil e nada tecnicista entre a música instrumental e a música dita popular.
Se você chegou até aqui, me diga...
Qual artista (ou estilo musical) você acha que eu deveria plugar "na tomada" ?
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Até a próxima postagem,
Stanley.


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